Núcleo estável, periferia descartável
Contei os stacks dos meus repositórios. O padrão não é escolher a melhor ferramenta por projeto — é ter um núcleo que não muda há uma década e uma periferia que troco sem dó.
27+ anos construindo software crítico. Hoje, IA aplicada ao mundo real.
Engenharia, arquitetura, IA e desenvolvimento para quem prefere entender como as coisas realmente funcionam.
Uma tela bem resolvida leva minutos. Um protótipo que funciona na apresentação, algumas horas. A barreira de entrada caiu, e isso é bom. O que ficou fácil não foi construir software — foi construir a primeira versão dele.
Quando o software encontra usuários reais, dados reais e carga real, aparece tudo aquilo que a interface escondia. Nada disso existe na primeira versão. Tudo isso existe na segunda.
O que todo mundo vê. A parte que a IA já constrói sozinha.
O caminho que a pessoa percorre. Raramente é o que o time imaginou.
O contrato. Depois de publicado, quebrar custa caro.
Onde mora a complexidade que ninguém consegue simplificar.
Modelagem errada aqui contamina tudo que vem acima.
Invisível quando funciona. Notícia quando falha.
Sem isso, produção vira adivinhação.
O que sustenta a conta no fim do mês.
O problema que só aparece depois que deu certo.
Escolhas que ficam anos, tomadas em semanas.
A única camada que a IA não substitui.
A IA escreve código cada vez melhor. Isso muda profundamente o trabalho de quem desenvolve software. Muda bem menos o que ainda precisa ser decidido.
Dá tempo de ver uma tecnologia nascer, virar hype, amadurecer e finalmente virar infraestrutura — aquilo que ninguém comenta porque simplesmente funciona. Quem acompanhou esse ciclo algumas vezes reconhece em que fase estamos.
As ferramentas mudaram.
A necessidade de entender os fundamentos não.
Artigos, vídeos e análises sobre engenharia, arquitetura e IA aplicada.
Contei os stacks dos meus repositórios. O padrão não é escolher a melhor ferramenta por projeto — é ter um núcleo que não muda há uma década e uma periferia que troco sem dó.
A lista de comandos envelhece em semanas e a documentação oficial já faz isso melhor. O que não envelhece é a ordem em que você os usa — e por quê.
Li as quatorze skills que uso no Claude Code procurando novos poderes. Quase todas fazem o contrário — proíbem o caminho curto que a gente pega quando está com pressa.
A tela é a parte mais barata do software. O custo mora nas camadas que ninguém vê — e é para lá que o valor está migrando.
Experimentos reais: o problema, a hipótese, a arquitetura, a implementação e o que deu errado no caminho.
O básico bem feito vence o complexo mal explicado. É esse o critério aqui.

27+ anos construindo software crítico
27+ anos construindo software crítico — sistemas que não podem parar, com gente real dependendo deles.
Hoje o foco está em IA aplicada ao mundo real: onde funciona, onde falha, e o que isso muda na forma de projetar sistemas.
Escrevo aqui o que gostaria de ter lido antes de decidir errado.
Recortes de bastidor, decisões técnicas e o que estou testando agora — direto do perfil.